França

Guia de sobrevivência de Versailles: tudo o que precisam saber para visitar o mais famoso palácio de França

novembro 30, 2016,5 Comments

Drawing Dreaming -  guia de sobrevivência de Versailles - Château
A apenas cerca de 20km de Paris, o Palácio de Versailles é um dos locais mais visitados da Europa e isso é justificado já que poucas experiências em Paris deixam um visitante tão fascinado quanto o complexo palaciano de jardins espectaculares imaginado por Louis XIV.
Residência dos reis de França de 1662 (Louis XIV) a 1789 (Louis XVI), importante marco da História francesa e Património Mundial da UNESCO, Versailles deve mesmo estar no topo das vossas prioridades para uma viagem a Paris! Contudo, a sua fama e popularidade significam igualmente grandes multidões e outras problemáticas que podem facilmente desencorajar aqueles que visitam o Domínio pela primeira vez. Apesar de não existirem soluções infalíveis para que a vossa visita seja perfeita, deixo-vos as minhas dicas e conselhos para organizarem a vossa viagem e maximizarem o vosso tempo em Versailles!


antes de ir


LEiam SOBRE A HISTÓRIA DE VERSAILLES
É difícil acreditar ao olhar para esta obra-prima, mas Versailles começou por ser apenas um modesto alojamento de caça até Louis XIV ser nomeado rei e ver neste local potencial para construir dado o seu enorme terreno e por este se encontrar suficientemente afastado do povo rebelde de Paris e ainda assim ao alcance da cidade. Foi mesmo este rei que transformou Versailles no luxuoso palácio que conhecemos actualmente ao criar aqui um sinal exterior do seu poder, uma residência maior e mais bela do que qualquer outra à época, a qual levou cerca de 50 anos e dezenas de milhares de trabalhadores para chegar ao desejado resultado final. 
Versailles e a sua corte subsistiram até à Revolução Francesa e, como tal, o palácio é famoso não só enquanto edifício, mas também como símbolo do sistema da monarquia absoluta do Antigo Regime. Após a Revolução, o palácio foi vítima de negligência até às restaurações iniciadas por Napoleão I, acabando por se tornar num museu em 1837. Em 1919 voltaria a ser palco de um evento histórico ao acolher a assinatura do Tratado de Versailles que marcou o fim da Primeira Guerra Mundial.

Drawing Dreaming -  guia de sobrevivência de Versailles - Louis XIV
Falar de Versailles é falar da sua história e, como tal, eu diria mesmo que é obrigatório saber pelo menos um mínimo antes de planear uma visita a este complexo histórico. 
Uma das opções é visitar o site do Palácio, o qual contém não só informações práticas de visita como também tem páginas cheias de imagens, história, mapas e quase tudo o que precisam saber sobre o complexo. Outra opção será assistir a um documentário, um filme ou uma série. O que não faltam são realizações da sétima arte sobre Versailles (como por exemplo o Marie Antoinette de Sofia Coppola), que apesar de diferirem sempre da realidade, acabam por dar uma ideia geral da época. Uma série que vos recomendo é a Versailles, a qual, ainda que dramatizada, guarda as premissas gerais da história e vos poderá ajudar a compreender melhor Louis XIV e a construção do seu palácio.

considerem em que altura visitar
A história de Versailles captou a vossa atenção e pretendem visitar o Palácio? A primeira coisa que devem considerar é que o Domínio de Versailles é enorme e, como tal, necessita de no mínimo um bom dia de viagem para poderem explorar tudo. Assim, a minha primeira dica é que apenas incluam Versailles no vosso roteiro de Paris se vierem com tempo, caso contrário mais vale a pena guardarem Versailles para uma próxima visita.
De seguida, há que considerar a melhor altura do ano para visitar Versailles. Se por um lado na época baixa os jardins não são tão alegres, o lado bom da moeda é que as filas para o palácio são bem menores . Já na época alta, poderão encontrar as fontes histórias de Versailles ligadas, mas há que considerar que esta é a altura do ano mais concorrida. Antes de decidirem reservar a vossa viagem, convém ainda verificar o calendário para ter a certeza que a altura em que vão não coincide com feriados ou férias escolares em que irão ter que competir com grupos escolares e turísticos.
Pessoalmente, aconselho a evitarem o Verão em que a única coisa que realmente conseguirão admirar serão os vossos incontáveis suspiros enquanto odeiam a vossa vida, as pessoas ao vosso redor e até mesmo o palácio. É claro que estou um pouco a exagerar e é claro que se apenas poderem visitar na temporada alta não devem deixar de o fazer, mas a verdade é que irão precisar de uma boa dose de paciência extra. Se por acaso visitarem Versailles na temporada alta, apenas me resta desejar-vos boa sorte e deixar-vos com alguns conselhos: em primeiro lugar, evitem as Terças-feiras e os fins-de-semana, os dias mais movimentados da semana e não hesitem em começar pelos jardins e deixar o palácio para o final do dia, nunca antes das 15h.

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saibam COmo chegar
Existem diversas maneiras de chegar a Versailles a partir de Paris, mas por forma a evitar confusões optem por aquela que é mais fácil: apanhar o RER C, um comboio com partidas a aproximadamente cada 15 minutos e cuja viagem dura cerca de 30 a 45 minutos.
As estações do RER C com rotas directas para Versailles são Invalides, Gare d'Austerlitz, Musée d'Orsay, Notre-Dame, Champs de Mars Tour Eiffel e Pont de l'Alma. O comboio que vão querer apanhar terá o nome de VICK ou VITY e o destino é Versailles Rive Gauche, a estação terminal.
Para comprarem os bilhetes, existem máquinas automáticas na maior parte das opções, mas se optarem por um posto de informações saibam que existe a possibilidade de que os funcionários não compreendam Inglês, contudo irão facilmente perceber se indicarem Château de Versailles e Aller-Retour (ida e volta).
Certifiquem-se de comprar um bilhete válido para "Paris-Versailles Rive Gauche" (que, a título indicativo, em final de 2016, custava 7.1€ para ida e volta) ou de serem detentores de um bilhete válido para as zonas 1-4 (atenção: os bilhetes T+ não são válidos para esta viagem). A coisa mais útil que poderão fazer é comprar logo o bilhete de regresso e evitar as filas monstruosas que se formam nas estações ao final do dia.
Ao chegarem a Versailles Rive Gauche, terão uma caminhada de cerca de 5 a 10 minutos até chegarem aos portões de ouro do palácio, mas não se preocupem pois existem placas de informação (além de que basta seguir as multidões).

comprem os bilhetes antecipadamente
Antes de visitarem Versailles, pesquisem no site as diferentes opções de admissão e, se possível, comprem os bilhetes online e imprimam em casa, já que vos vai poupar tempo valioso!
Existem vários tipos de bilhetes e podem mesmo optar por comprá-los individualmente para cada uma das partes separadas da propriedade (por exemplo, por 15€ podem visitar o Palácio), mas pessoalmente considero que a melhor opção é o Passaporte, o qual cobre a entrada para todo o Domínio de Versailles. Este custa 18 ou 25€ dependendo do dia da visita e inclui a admissão no palácio, nos jardins, nos palácios do Trianon e na propriedade de Marie-Antoinette. O espectáculo das fontes (de Abril a Outubro) também está incluído no bilhete.
A menos que sejam elegíveis para entrada gratuita (como eu, já que tenho a sorte de ter menos de 26 anos e residir na União Europeia), o passaporte compensa tanto a nível de tempo como de dinheiro. Saibam ainda que a entrada é gratuita no primeiro Domingo do mês de Novembro a Março (mas nestes dias há muitos mais visitantes) e que se tiverem o Paris Museum Pass têm acesso incluído em todo o Domínio (com a excepção dos jardins durante o espectáculo das fontes).
Seja qual for o bilhete por que optem, têm direito a um audio-guia gratuito, disponível em onze línguas (incluindo Português).

outras considerações
Não se esqueçam de trazer sapatos confortáveis já que irão andar MUITO.
Tragam convosco uma garrafa de água.
Se tiverem tempo para visitar a cidade de Versailles, irão encontrar alguns bons restaurantes, caso contrário saibam que dentro do Domínio existem menos opções e bem mais caras. Se a meteorologia o permitir, comprem algo antes e façam um piquenique à beira do Grande Lago.

em versailles


CHEGUEM CEDO
Para aproveitarem o vosso dia ao máximo, cheguem a Versailles cedo quando as filas ainda são menores. Caso ainda não tenham bilhetes, preparem-se para se aventurarem nas enormes filas para a bilheteira.
Caso já tenham os bilhetes ou sejam elegíveis para entrada gratuita, sigam directamente para a entrada A do Palácio.
Em qualquer dos casos, aproveitem para obter um mapa gratuito do Domínio que vos será bem útil!

organizem a vossa visita
O segredo para um dia de sucesso em Versailles é estabelecer um plano de ataque e organizar mentalmente a visita mal chegarem. Versailles é muito maior do que se pensa: o palácio por si só tem 67000 m2, a que se juntam 230 hectares de jardins, dois palácios menores, uma fazenda e um enorme canal, pelo que a propriedade totaliza uns impressionantes 2014 hectares de terreno.
Para vos ajudar a decidir o que fazer e quando, tenham em mente as durações estimativas de visita do site oficial: 2h a 2h30 de visita para o interior do palácio; 20 a 30 minutos a pé até à propriedade de Marie Antoinette; 2h para visita aos palácios do Trianon.

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o que visitar (e por que ordem)


Como disse acima, o melhor é planearem a vossa visita e, apesar de não precisarem de seguir este plano à risca e deverem mesmo adaptar o roteiro de Versailles consoante as vossas necessidades, vou dar-vos algumas dicas do que devem visitar, porquê e por que ordem.
O palácio em si e os jardins adjacentes são obviamente os destaques, mas existem outras coisas para ver incluindo os palácios do Petit e do Grand Trianon, o Grande Canal e a Aldeia da Rainha. Se chegarem logo pela manhã a Versailles, terão tempo para ver tudo!
Pessoalmente, recomendo dois itinerários dependendo da altura do ano em que visitarem Versailles e da hora a que chegarem:

primeira opção, especialmente recomendada caso cheguem cedo a Versailles: Château de Versailles Jardins Grand e Petit Trianon Aldeia da Rainha.

Este é o percurso mais lógico, no qual basicamente irão visitar todos os pontos de interesse "em linha recta". Comecem pelo Palácio às 9h (munidos dos vossos bilhetes) e deste sigam para explorar os enormes e belíssimos jardins do Domínio. Aproveitem para fazer uma pausa para comer e daqui caminhem até aos Palácios do Trianon, deixando para o final a Aldeia da Rainha.

segunda opção, caso cheguem mais tarde ou em alturas de forte afluência: Jardins Grand e Petit Trianon Aldeia da Rainha Château de Versailles.

Comecem pelos jardins (abertos desde as 8h). Explorem os vários pontos de interesse que aparecem no vosso mapa (como a Fonte de Apólo e o Grande Canal). Aproveitem para fazer uma pausa para comer e daqui sigam para os palácios do Trianon (atenção: abrem às 12h). Dos palácios menores caminhem até à Aldeia da Rainha. Deixem para o fim a visita do Palácio, em períodos de forte afluência nunca antes das 15h.

saibam que existe um pequeno comboio turístico que faz a ligação entre os vários pontos da propriedade, mas por vezes demora bastante tempo a chegar e é cobrada uma taxa extra. a minha dica, se estiver bom tempo, é seguirem o circuito a vermelho no vosso mapa e fazerem uma caminhada dos jardins até ao grand trianon.

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O palácio DE VERSAILLES

O Palácio de Versailles é enorme, logo não é de espantar que tenha muitos pontos de interesse, mas eis as divisões que pessoalmente destaco:

a capela real consagrada em 1710, tendo sido o último edifício construído em Versailles sob o reinado de Louis XIV. A capela tem dois andares: no andar térreo ficava a congregação, enquanto que o nível superior estava reservado ao Rei, à família real e aos membros importantes da Corte. Destaque para as magníficas pinturas do teto que ilustram a continuidade entre o Velho e o Novo Testamento.

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os GRANDES APARTAMENTOS DO REI, uma colecção de sete salas, dedicadas a divindades romanas associadas com os planetas conhecidos à época, a saber Vénus, Diana, Marte, Mercúrio, Hércules, Apólo e, por fim, o salão da Abundância (cujas divindades se encontram representadas no teto).

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O SALÃO DE MERCÚRIO

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O SALÃO DE VÉNUS

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O SALÃO DA ABUNDÂNCIA

GRANDE GALERIA, composta pelo Salão de Guerra, o Salão de Paz e a Galeria dos Espelhos, divisões todas elas dedicadas às vitórias militares e sucessos políticos de Louis XIV. Destaque para a Galeria dos Espelhos, uma das salas mais bonitas (e mais concorridas) do Palácio.

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A GALERIA DOS ESPELHOS

os APARTAMENTOS DO REI, constituídos pelo quarto do Rei e a antecâmara, pela sala do Conselho e pela sala dos Guardas. Estas divisões costumavam pertencer à Rainha Maria Teresa, mas depois da sua morte Louis XIV transformou-os num apartamento. Foi no quarto do Rei que Louis XIV viria a falecer em 1715.

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detalhes das portas do palácio, com o símbolo do rei-sol

os GRANDES APARTAMENTOS DA RAINHA - os apartamentos do rei e da rainha eram muito semelhantes, com a diferença das pinturas do teto que no caso da rainha representavam figuras femininas. Foi no seu quarto que a Rainha deu à luz os herdeiros do trono, o que na altura era um evento público com pessoas a acorrer ao quarto enquanto esta estava em trabalho de parto!

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O QUARTO DE MADAME VICTOIRE (APARTAMENTOS das damas)

Os jardins

Louis XIV encomendou ao arquitecto paisagista André Le Nôtre (igualmente responsável pelo Jardin des Tuileries ou pelos jardins de Vaux-le-Vicomte e Chantilly) o desenho e construção dos jardins de Versailles que, na perspectiva do rei, eram tão importantes quanto o Palácio.
Destes jardins, que demoraram quarenta anos a ser concluídos, vale a pena visitar as fontes (destaque para as fontes de Latona e de Apólo), o Grande Canal e as esculturas espalhadas um pouco por todo o terreno.

Drawing Dreaming -  guia de sobrevivência de Versailles - Jardins
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a fonte de latona

O GRAND TRIANON

O Grand Trianon é uma pequena residência em mármore rosa mandada construir por Louis XIV em 1670 como um retiro para a família real por forma a escapar às formalidades e pressões da Corte (tendo igualmente servido para alojar a sua amante, madame de Montespan). 
Apesar de por aqui terem passado personagens nobres, o residente mais notável do Grand Trianon foi muito provavelmente Napoleão, ao qual se devem a maior parte das instalações que vemos actualmente. Já em 1963, foi o presidente Charles de Gaulle que encomendou a restauração do Grand Trianon para que este pudesse acolher presidentes franceses e funcionários estrangeiros.
Pessoalmente, gosto bastante do ar descontraído e calmo deste palácio, com decoração brilhante e grandes janelas, apesar de considerar que algum mobiliário e interiores necessitam actualmente de renovações.
Não deixem de visitar os magníficos jardins da propriedade que, ainda que bem mais pequenos que os do Palácio, são por si só uma atracção!

Drawing Dreaming -  guia de sobrevivência de Versailles - Grand Trianon
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O quarto da imperatriz

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a galeria cotelle

A PROPRIEDADE DE MARIE ANTOINETTE

A propriedade de Marie Antoinette compreende o Petit Trianon, os seus jardins e a Aldeia da Rainha.
O Petit Trianon, como o próprio nome sugere, é pequeno e vê-se bem rápido, mas ainda assim vale a pena visitar pela sua história. Originalmente construído para Madame de Pompadour em 1761, esta morreu antes que o edifício fosse concluído, pelo que o Petit Trianon passou à próxima amante de Louis XV, Madame du Barry. Quando o rei morreu, o seu sucessor, Louis XVI, ofereceu a propriedade enquanto residência privada à sua esposa Marie Antoinette, algo pouco usual para uma rainha francesa.
Não deixem de visitar a pequena fazenda construída para Marie Antoinette, bem como os belíssimos jardins da propriedade. A Rainha preferiu as paisagens naturais dos jardins ingleses à simetria austera dos canteiros dos jardins franceses. Pessoalmente prefiro os jardins franceses, mas adorei caminhar por estes enormes jardins!

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Drawing Dreaming -  guia de sobrevivência de Versailles - Marie Antoinette
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O templo do amor

alguma vez visitaram versailles ou planeiam fazê-lo?

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Drawing Dreaming - Versailles: guia completo de sobrevivência

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5 comentários:

  1. Para quem gosta de palácios (eu, eu, eu x 1000!), Versailles é O palácio! Que coisa mais majestosa!

    Kill Your Barbies

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  2. eu sou igual! honestamente, já perdi a conta aos palácios que visitei (isto só em França)!

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  3. Já estive em Paris duas vezes, mas ainda não tive oportunidade de ir a Versalles. Sei que preciso de tempo para explorar cada cantinho, por isso deixei para um novo regresso à cidade (irei regressar, sem dúvida). Gostei muito das tuas dicas ;)

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  4. obrigada! realmente, Versailles é um "must-see" na zona de Paris, mas só vale mesmo a pena incluir num roteiro tendo tempo para dispensar ;)

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  5. Eu visitei em 1993 com os meus pais, tinha na altura 13 anos... Acho que está mais do que na hora de voltar a Paris. :)

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